Saiba onde tomar bons martínis

Da receita clássica, servida no Anexo SB, às versões mais incrementadas, como a de wasabi, do bar Numero, criamos um roteiro para quem gosta do drinque<p>	Rocket Martini, coquetel do bar SubAstor</p>

 

26.abr.2013 por Marcus Oliveira

Reza a lenda que o dry martini _versão clássica do drinque_ foi criado em 1910, no bar do hotel Knickerbocker, em Nova York. Um barman de sobrenome Martini teria misturado gim ao vermute seco para atender a um pedido do magnata americano John D. Rockefeller. Surgia ali um dos coquetéis mais famosos do mundo _e o favorito do personagem James Bond.

Dispostos a conquistar o paladar dos moderninhos e, principalmente, das mulheres, bares paulistanos apostam em combinações leves, coloridas, bem geladas e preparadas por craques da coqueteleira. No Skye, bem no alto do Hotel Unique, há uma carta dedicada ao drinque com receitas exclusivas da casa que custam de R$ 29,00 a R$ 38,00.

Já o MyNY Bar, que serve a opção em uma taça estilo vintage, tem um dos craques da bebida atrás do balcão, o barman Spencer Jr. Outro point do martíni é comandado por Derivan, do bar Número, que acaba de incluir no menu uma receita com wasabi, vodca, vermute e licor de lichia. Para os fãs dos clássicos, ou aos que querem se aventurar por novos sabores, criamos este roteiro:

 

  Anexo SB: cardápio promete novidades para as próximas semanas
Anexo SB: cardápio promete novidades para as próximas semanas
(Foto: Mario Rodrigues )

 

Anexo SB: com acesso feito por dentro do Boteco São Bento, no Itaim, o bar é umas das referências na bebida e chega a vender trinta drinques por noite. O cardápio, criado pelo barman Kascão (ex-Dry), considerado o rei dos martínis, não está mais em voga desde o fim de 2012. Na última quinta (25), o barman Rafael Mariachi assumiu o balcão e pretende lançar novidades nas próximas semanas. Por enquanto, a dica do recém-chegado é o apple martini (R$ 25,00) com purê de maçã verde, suco de limão, vodca e vermute dry.

Astor: a receita do drinque no badalado bar da Vila Madalena leva gim e vermute branco seco (R$ 23,00). Vale provar outras das doze versões com gim, como o saffron, que combina gim francês, água tônica, raiz de açafrão, gotas de bitter de laranja e casca de laranja-baía.

At Nine Cocktail Bar: o bar tem cerca de quarenta variedades do drinque. Entre as sugestões criadas pela bartender Thaís Alvianoeles, o vésper martini (R$ 28,00) -inspirado em um dos filmes da série 007-, traz partes iguais de gim e vodca. O martíni de wasabi lemon grass leva vodca, limão, pasta de raiz-forte, rúcula, capim-limão, limão-taiti e licor de laranja (R$ 31,00).

 

Baretto: a versão dirty leva a salmoura de azeitona na receita
Baretto: a versão dirty leva a salmoura de azeitona na receita
(Foto: Divulgação)

 

Barettoo discreto e luxuoso bar do Hotel Fasano oferece por R$ 36,00 a clássica receita de gim, vermute e azeitona. Pelo mesmo preço, o cliente pode optar pelo dirty martini, que leva a salmoura da azeitona. Vale provar também o cosmopolitan, feito pelo barman Walter “Bolinha”.

Bar Número: comandado pelo barman Derivan, reúne um público de playboys e patricinhas, e é preciso fazer reserva para garantir uma mesa. Duas das mais novas receitas da badalada carta são o martíni wasabi, com vodca, vermute e licor de lichia, e o dirty martini, ambos por R$ 38,00.

Chez MISo descolado espaço dentro do Museu da Imagem e do Som oferece duas opções de martíni em seu menu: o clássico dry (R$ 32,00) e o apple martini, com calda de maçã verde feita na hora, limão-siciliano e vodca nacional (R$ 22,00), importada (R$ 32,00) ou premium (R$ 37,00). Combina bem com os palitinhos de polenta feitos na casa.

Dry Bar & Club: numa única noite, o chef de bar Eduardo Alves chega a fazer 150 taças de dry martini. A casa conta com uma carta repleta de coquetéis, dos quais destacam-se o refrescante apple mint, que leva purê de maçã verde, vodca e um toque de menta (R$ 25,00). Já a versão clássica é finalizada com algumas gotas de suco de limão-siciliano e servida em dois tamanhos: 230 ml (R$ 30,00) e 16 ml (R$ 21,00).

 

Menys: o martíni da casa tem 50 ml e vem uma garrafinha (ao fundo)
Menys: o martíni da casa tem 50 ml e vem uma garrafinha (ao fundo)
(Foto: Raul Zito)

 

Menys: diversas opções de martínis moderninhos embalam os flertes do público animado, que lota a casa. Entre as doze versões do cardápio, um dos mais pedidos é o bacassis, combinação de vodca, uva thompson e manjericão (R$ 27,00). Para não correr o risco de ficar do lado de fora, faça uma reserva de mesa.

MyNY Bar: o barman Spencer Jr. faz, em média, vinte taças por noite de duas versões do drinque: a tradicional leva uma parte de vermute para quatro de gim, além de bitter de laranja. É servido em taça estilo vintage. Já a versão contemporânea é incrementada com spray de vermute. Para que a bebida seja servida na temperatura ideal – baixíssima, no caso do dry martini -, a taça fica na geladeira até o momento de chegar à mesa. Ambos custam R$ 31,00.

 

SubAstor: adamant martini, com vodca, gim, vermute e bitter de laranja
SubAstor: adamant martini, com vodca, gim, vermute e bitter de laranja
(Foto: Divulgação)

 

SubAstor: três lances de escada abaixo do Astor, o bar com cara de speakeasy — como eram chamados os estabelecimentos clandestinos durante a Lei Seca norte-americana (1920-1933) — oferece entre as opções da carta de drinques o adamant martini, cuja receita leva vodca mesclada com gim, vermute extra-seco e bitter de laranja (R$ 25,00).

Skyeno topo do Hotel Unique, o bar possui uma carta especial de martínis e faz setenta taças por noite. Os mais pedidos são o fashion rose com vodca, xarope de rosas, xarope de flor de laranjeira, licor de morango, licor mandarineto, limão e espumante; e o basílico, que leva vodca importada, lemoncello, limão-siciliano e manjericão, ambos por R$ 29,00. Vale provar também o drinque que leva o nome da casa, o martini red skye, com vodca importada, licor de morango, suco de cramberry e amaretto (R$ 29,00).

 

Taberna 474: a casa oferece um drinque chamado breakfast martini (R$ 25,00), que leva chá preto na receita ao invés do vermute. Incrementam a fórmula um mix de cítricos e clara de ovo em neve. A oferta de bebidas contempla também boas cervejas nacionais e importadas e 120 rótulos de vinho, caso do tinto espanhol Prado Rey Joven 2010.

Venga!: eleito o endereço revelação da temporada pelo júri da edição especal “Comer Beber”, o bar ofece uma variada seleção de coquetéis que inclui o martini bilbao (R$ 27,00). Vale provar a receita no belo balcão de 22 lugares. Para acompanhar, a pedida é uma das tentadoras tapas, entre elas, espetinho de aspargo cozido e presunto cru ao vinagrete de jerez (R$ 18,00).

Fonte: Veja São Paulo

 

Curta nossa página: https://www.facebook.com/galanteio

Anúncios

Marcado:, , , ,

Deixe um comentário

Preencha os seus dados abaixo ou clique em um ícone para log in:

Logotipo do WordPress.com

Você está comentando utilizando sua conta WordPress.com. Sair / Alterar )

Imagem do Twitter

Você está comentando utilizando sua conta Twitter. Sair / Alterar )

Foto do Facebook

Você está comentando utilizando sua conta Facebook. Sair / Alterar )

Foto do Google+

Você está comentando utilizando sua conta Google+. Sair / Alterar )

Conectando a %s

%d blogueiros gostam disto: